Por Simone Patrocínio
Impossível não escrever pelo menos algumas linhas em homenagem a uma figura que deixa a cena política e civil para entrar em nossa história. As homenagens são coerentes e merecidas. José de Alencar não é apenas um empresário do ramso têxtil que teve sucesso na política. Ele tinha uma visão empreendedora… buscava caminhos sustentáveis para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e defendia a união do empresariados. Quem disse que não se pode buscar coesão dos dois lados? Alencar buscou e conciliou. Os 12 anos na política foram o suficiente para mostrar ao povo brasileiro seu caráter e sua dignidade. Nem mesmo sua enfermidade o deixou na condição de vítima. Nossos representantes bem que podiam tomar a figura de Alencar como exemplo de moral. Admirado por sua postura e discursos objetivos e coerentes, Alencar jamais foi envolvido em escândalos. Não gosto de ficar “firulando” textos depois que a pessoa morre, mas as mensagens de carinho e respeito que circulam pelas redes sociais são mais do que justas.
Belíssima crônica de Arnaldo Jabour em homenagem a José de Alencar, apresentada no Jornal da Globo de hoje (29/03/11). Realmente não devemos lamentar sua morte, mas agradecer por termos tido ele como representante. Nada de lamentos, a presença dele iluminava os oprimidos. E nas palavras de Jabour, “a doença levou Alencar, mas saiu humilhada. E ao invés de pêsames, Alencar gostaria de ouvir PARABÉNS”.
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