Arquivo de etiquetas: poesia

Mercado Literário

Mercado Literário

Por Simone Patrocínio

Hoje tem Mercado Literário, a partir das 19 horas, na Avenida Paulino Müller, s/n, Jucutuquara, em Vitória. Quem gosta de literatura vai ter uma bela oportunidade para conhecer os novos lançamentos da literatura capixaba. Vai rolar vários lançamentos e distribuição de obras. A Coleção Roberto Almada vai lançar as obras “O poeta da crônica: Rubem Braga Vida e Obra” e “Chrysallida – Guilly Furtado Bandeira: Vida e Obra”. Pela coleção José Costa, serão lançados os livros “Indústria – A modernização do Espírito Santo”  e “Dicionário de Poetas Capixabas”. Durante o evento serão realizados encontros com escritores das obras apresentadas.

Poesia e café

Poesia e café

Por Simone Patrocínio

Renata Bomfim

No próximo dia 7 de julho a escritora, e minha grande e amiga, Renata Bomfim, vai lanchar mais uma obra. “Arcano Dezenove” é um livro de poemas. Quem teve a oportunidade de ler “Mina“, primeiro livro de Renata, sabe que seus poemas são fragmentos de uma alma sensível e aberta para a vida. Tenho certeza de que “Arcano Dezenove” será mais uma obra para tocar a alma de muitas pessoas. O lançamento do livro será às 19 horas, no Café do Canto, Praia do Canto. Mais informações no blog www.letraefel.blogspot.com.

Parem de falar mal da rotina

Parem de falar mal da rotina

Elisa Lucinda

Por Simone Patrocínio

Raramente participo de promoções no twitter. Mas adoro livro e por isso participei da pomoção do Shopping Praia da Costa e acreditem… ganhei o livro “Parem de falar mal da rotina“, de Elisa Lucinda. E ainda com direito a pegar autógrafo! Então, sábado, enquanto o sol ardia no céu eu fui prestigiar a artista e poetisa capixaba. Há pouco tempo passei a ler com frequência o blog de Elisa – A Lira que Alucinda - e sempre me deparo com textos extremamente simples, mas totalmente tocantes. Uma delicadeza única para falar de coisas do dia-a-dia ou para homenagear lugares ou pessoas queridas. E depois de sábado fiquei ainda mais encantada com a artista e poetisa. A cada autógrafo que dava, era um desenho que fazia com seus lápis de cores e canetinhas espalhadas pela mesa. Na era da massificação, a exclusividade que dá a suas obras as tornam ainda mais valiosas. Um gesto de respeito aos admirados de sua arte. Até meu pequeno Cauã se encantou. A convite dela, ele ficou sentadinho ao lado de Elisa e enquanto ela dava autógrafos, ele fazia rabiscos tímidos em um pedaço de papel. Que a luz da arte ilumine meu príncipe!

E voltando ao livro… ainda não terminei… falta pouco. Mas o que li são textos incríveis. Escritos com um olhar simples da vida. Realmente a capixaba merece o reconhecimento do público. Não porque está entre os globais, mas porque sabe olhar e expressar a vida de forma simples, sem rodeios e com otimismo. Uma verdade o que Miguel Falabella disse: “Elisa Lucinda diz seus poemas como quem vai bordando a existência. Ela sai colhendo poesia pela vida afora com um talento impressionante. A poesia de Elisa Lucinda é a poesia de todos nós, seu verbo é múltiplo, cabe na boca do mundo e atiça, inflama e emociona e traz notícias da melodia que não se perdeu, transformou-se, metamorfoseou-se, mas continua melodia”. Isso é a poesia de Elisa.

Confira alguns flashes da tarde de autógrafos! Read the rest of this entry

Você aprende

Você aprende

“Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se,
e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos
e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida
e olhos adiante, com a graça de um adulto e
não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os
planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o
sol queima se ficar exposto por muito tempo. Read the rest of this entry

Uma musa da poesia capixaba

Uma musa da poesia capixaba

Poetisa Maria Filina

Por Simone Patrocínio

Ontem conheci a professora Maria Filina. Até então só a conhecida por comentários carinhosos. Ela é poetisa, declamadora e simplesmente adorava por quem a conhece. Não é à toa que Elisa Lucinda não mede palavras para falar dela. E eu realmente fiquei encantada. Amo poesia. Não lembro quando aprendi a admirar a arte, mas hoje sou apaixonada por poesia. Só que uma coisa é ler a poesia no papel, outra é ver e ouvir alguém declamando, interpretando a poesia. Claro, quando bem feito. srsr E ontem eu realmente abri minha alma enquanto a professora Maria Filina declamava. E sem contar que ela, pessoalmente, é uma dama incrível. Delicada e firme nas palavras. Virei fã. E poesia é isso. É delicadeza. É sentimento… é alma.

A dor da perda

A dor da perda

Quando sentimos que perdemos um amigo
parte de nós é lágrima que cai desamparada…
mas cá dentro, há um sorriso triste
a recordar os bons momentos
que esta amizade nos deu.
Nasce um vazio
de um todo quebrado
e um mar cinzento
chora despedaçado
pelas memórias que perderam a cor.
Abre-se um buraco no peito
e a enxada deve ter lâmina dura
porque nos escava uma ferida tão profunda
que esburaca o corpo só para nos atingir
em cheio o recheio da alma. Read the rest of this entry

Ao meu dia (meu aniversário)…e ao nosso dia!

Ao meu dia (meu aniversário)…e ao nosso dia!

Por Cláudia Gregório

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.

Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam “não” como resposta quando acreditam que existe melhor solução.

Elas andam sem novos sapatos para suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.

Elas choram quando suas crianças adoecem e se alegram quando suas
crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre um aniversario ou um novo casamento.

Pablo Neruda

TEMPO. . .

TEMPO. . .

Por Claúdia Gregório
 
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
A que se deu o nome de ano,
Foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança
Fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Read the rest of this entry

O carteiro e o poeta: boas lembranças…

O carteiro e o poeta: boas lembranças…

Por Cláudia Gregório

Quem leu o livro ou viu o filme “O carteiro e o poeta” não teve como não se encantar com a história de uma bonita amizade entre dois amigos. Mário, o carteiro, e Pablo Neruda, o poeta. E além da amizade, repleta, literalmente, da mais pura poesia, como esquecer do amor entre Mário e Beatrice. Uma história que não se perde no tempo e nem se apaga com a distância. Não interessa se estamos longe, o que importa é o que nos une. É o sentimento. Read the rest of this entry