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CineRap: o 5º elemento do movimento

CineRap: o 5º elemento do movimento

Imagem do video clipe Mais Loko, grupo Conceito PeriféricoA cultura hip-hop é composta por quatro elementos – o DJ, o MC, o Break e o Graffiti -, ou seja, os elementos artísticos. Porém, existe o chamado 5º elemento, termo criado pelo pai do movimento Afrika Bambataa para se referir ao conhecimento. Esse conhecimento é representado pelas mídias e agentes divulgadores do hip-hop, como revistas, livros, fanzines, sites, redes sociais, TV e cinema.

No dia 31 de março, um sábado, a partir das 14h, no Pró-Cidadão da Serra (antigo Shopping Norte), será realizada a “I Mostra Cine Rap: A Hora do 5° Elemento Chegou”, que irá exibir produções audiovisuais de diretores e grupos de rap do Espírito Santo.

São 14 vídeos, de 8 diretores que se dedicam de corpo e alma, ou, pelo menos, em algum momento de sua trajetória de produção, à cultura hip-hop. Estamos falando de novos diretores que conheceram o audiovisual de forma instintiva, como é o caso de alguns membros de grupos que fazem seus próprios clipes. Ou realizadores com larga experiência de mercado e técnica que se viram, de repente, inspirados pela rima e pela poesia da arte urbana que mais traduz os anseios dos jovens pensantes da contemporaneidade.

Programação

Abertura
No Olho da Rua, de Luiz Eduardo Neves, documentário, 19’, 2008

Vídeo Clipes
O Mendigo, de Jean R, 6’44”, 2003

Discípulo Sem Cerimônia, de Bento Abreu, 3’, 2008

Desabafo de um MC, de Rodrigo Pysi, 5’25”, 2010

Mudanças, de Rodrigo Pysi, 4’23”, 2011

Vítimas da Violência, de Rodrigo Pysi, 4’13”, 2009

O Lutador, de Raphael Gasparini, 5’25”, 2010

Prece ao Vento, de Judeu Marc1, 4’25”, 2011

Quem é o Rap?, de Judeu Marc1, 4’, 2011

Quem não Boto Fé, de Judeu Marc1, 3’44”, 2011

Real, de Diego Capeletti, 4’, 2011

Boca a Boca, de Cayo Quintanilha, 1’43”, 2012

 

Lançamentos oficiais

Mais Loko, de Luiz Eduardo Neves, 3’, 2012

Refém da Pedra, de Judeu Marc1, 4’25”, 2012

 

Shows

Conceito Periférico
MC Adikto
Fora do Padrão
Subversivos
DJ Jack
Comum
Negritude Ativa

 

Apresentação: Fabrício Beat Box

Gravação de clipe ao vivo: Gravação coletiva do vídeo clipe da música Duro de Calar, de MC Adikto com participação de MC Bocaum (Subversivos).

Realização: Panela Audiovisual (www.panela.tv) e Quartier Photo Studio

SERVIÇO
I Mostra Cine Rap: A Hora do 5° elemento chegou
Data: 31 de março, sábado
Horário: das 14 às 19h
Entrada: franca
Local: Pró-Cidadão da Serra (antigo Shopping Norte) – Av. Talma rodrigues, S/N, Rodovia Laranjeiras/Jacaraípe, em frente ao Kartódromo Internacional da Serra

Um mundo para…

Um mundo para…

Por Simone Patrocínio

Muito se fala sobre ações para ajudar a preservar o nosso planeta, mas o que realmente se faz? 2010 foi eleito pela ONU o Ano Internacional da Biodiversidade. E o que isso significa? O que fazemos para colaborar? Engana-se quem pensa que uma pequena ação, como lavar carro com baldes d’água, descartar pilhas em locais apropriados, não irão fazer a diferença. Elas fazem e muito mais do que podemos imaginar. A administração pública ainda precisa trabalhar muito com políticas públicas que colaborem com a preservação do meio ambiente. As instituições de ensino precisam incentivar e fomentar pesquisas na área ambiental. E toda a sociedade precisa se envolver, por menor que seja a contribuição.

Um casal de amigos meus – Luiz e Renata – além de serem pessoas lindas e muito queridas são pessoas que se preocupam com o meio ambiente. E adotaram alguns comportamentos domésticos para contribuir com a preservação. Eles, além de serem amigos dos animais – leia-se vegetarianos – optaram por tomar banho com baldes d’água, o que permite uma economia enorme. Ao invés de utilizarem de 30 a 40 litros de água em cada banho, eles passaram a gastar cerca de 6 litros. E eles garantem que não mudou muita coisa.

Mas claro, temos outras inúmeras ações simples que podemos adotar diariamente e assim dar a nossa parcela de contribuição. Exemplos: deixar a torneira fechada enquanto escova os dentes, descartar pilhas em recipientes apropriados, realizar a separação de lixo seco reciclável e orgânico, lavar carro com balde de água, deixar a lâmpada acesa apenas o necessário, não deixar eletrodomésticos na tomada desnecessariamente, utilizar o máximo dos alimentos, comprar eletrodomésticos com selo de economia, evitar impressões desnecessárias, etc.

Bem, é isso. O que você tem feito para preservar o meio ambiente? Adote uma pequena ação e ajude a preservar o nosso planeta. As crianças de hoje agradecem.

O curso de Comunicação Social da UVV fez um vídeo lindo e o meu pequeno príncipe está nele – Cauã. Então, já que o papo hoje é meio ambiente, achei legal postar o vídeo. Espero que gostem, ou pelo menos, entrem no clima do vídeo.

O modelo de anti-herói

O modelo de anti-herói

Por Simone Patrocínio

O mundo já passou por duas grandes guerras mundiais e infinitos conflitos armados que tiraram a vida de milhares de pessoas inocentes. Temos de conviver com a violência urbana que tira a vida do pai de família que sai cedo de casa para trabalhar, que tira a vida de crianças, que mata mulheres trabalhadoras com bala perdida. Ainda nos indignamos com mortes como a da pequena Isabella, do menino João Hélio, da comerciante Ana Rita Pegoretti, morta quando abria sua papelaria em Vitória. Mas será que daqui mais uns anos ainda ficaremos pasmos com isso? Read the rest of this entry

Brincadeira de criança, como é bom!

Brincadeira de criança, como é bom!

Por Simone Patrocínio

Um dos maiores problemas enfrentados pelo homem moderno é provocado na infância com a privação das brincadeiras tradicionais de rua

Soltar pipa, subir em árvores, pular corda e amarelinha, jogar bola, brincar de esconde-esconde. Essas brincadeiras já não mais fazem parte do cotidiano da nova geração. O desenvolvimento tecnológico e o aumento da violência nas ruas têm afastado as crianças do convívio social. “A evolução tecnológica não é a única responsável pela mudança nos hábitos de lazer das crianças. A violência nas ruas e o aumento no fluxo de carros dentro dos bairros também são fatores que interferem na vida das novas gerações”, explica Salvador Inácio, professor do curso de Educação Física. Read the rest of this entry

A era da estética

A era da estética

Por Simone Patrocínio

Já passamos pela era da informação, pela era do conhecimento e estamos atolados na era da estética. E essa veio pra ficar em todos os aspectos. Desde os designs arrojados de carros a corpos esculturais. A grande questão é que a estética, com exceção do aspecto físico, gera melhoria de desempenho. Já fisicamente gera outras coisas e nem sempre bom desempenho. Read the rest of this entry

Geração plugada…

Geração plugada…
 

Meu filho de 8 meses já é adepto de tecnologia

Meu filho de 8 meses já é adepto de tecnologia

 

Por Simone Patrocínio

É incrível ver como nossas crianças estão plugadas com o mundo. Minha sobrinha de 11 anos já usa msn, orkut e e-mail há tempos. Teve seu primeiro celular com uns 8 anos. Agora tem um aparelho de última geração. Aos 3 anos ela jogava vídeo game sozinha com tudo em inglês. E nem sabia falar português. Os mais novos, além do vídeo game, já usam computador tranquilamente. Ai de quem quer ensinar alguma coisa. Eu me sinto ultrapassada perto deles. E olha que sou atenta às novidades. Read the rest of this entry

Mantenha as velas acesas…

Mantenha as velas acesas…

Por Cláudia Gregório

Outro dia ouvi um depoimento de uma mulher que me fez deixar de lado o que estava fazendo para ficar atenta às palavras dela. Foi no final de um capítulo da nova novela das oito, da TV Globo. Eu não estava vendo a novela, estava passando pela tv quando ouvi o depoimento e me chamou a atenção. Cheguei a fazer um comentário. De que o autor Manoel Carlos vive fazendo isso nas novelas dele. A mulher disse mais ou menos assim: “As minhas lágrimas, quando choro, são de emoção e a tristeza me faz crescer.” Read the rest of this entry

Amarga desilusão

Amarga desilusão

Por Simone Patrocínio

Estamos às portas de mais um grande espetáculo político, a eleição. Temos pela frente alguns poucos meses que se tornam eternos quando ligamos o rádio ou a televisão, lemos o jornal e temos de encarar os mesmos discursos de milagres e promessas de grandes feitos. Será que alguém ainda acredita? Talvez sim, muitos são eleitos. Os movimentos estratégicos e as jogadas “de mestre”, que todos os candidatos acreditam ter, já estão bem claros e óbvios aos olhos de nós eleitores. Nos bastidores, o leilão com os profissionais do marketing já está na reta final, se não já terminou. Já está claro também, para a sociedade, que a participação jovem praticamente não existe nessa cena política. No menu de opções, as combinações se repetem, sem surpresa.

Mesmo com partidos criados especialmente para jovens é impossível ignorar o fato de que a nossa urna eletrônica traz sempre as mesmas “carinhas”. A grande questão está na relação descompromissada do jovem com os assuntos da nossa política. Infelizmente já faz parte do senso comum a idéia de que o jovem brasileiro é alienado e não gosta de política. Talvez porque política, no Brasil e em boa parte do mundo, se tornou sinônimo de corrupção. Estudar a política brasileira é estar de frente para um obra policial – muito mau acabada – onde intermináveis CPI’s são organizadas e nenhum parecer é publicado. A famosa iguaria italiana, “pizza”. Read the rest of this entry

Do virtual ao real

Do virtual ao real

Por Simone Patrocínio

A moda agora são as mídias sociais, as famosas redes de relacionamento. Agora a onda são as mídias full time. A grande questão é que essa tendência não é apenas para jovens e adolescentes que querem seus minutos de fama. Grandes empresas já aderiram às novas mídias e sabem que se bem utilizadas, podem gerar bons resultados nos processos de gestão do conhecimento.

Mas agora é a vez dos políticos experimentarem as novas mídias. Se nas décadas anteriores a tv permitia uma grande interação entre políticos e a sociedade, como o programa Povo na TV, da década de 90, exibido pela TVE, chegou a vez das mensagens instantâneas entre os políticos e a sociedade.

Na dissertação do mestrado em História da UFES, da jornalista Francisca Selidonha, sobre o programa Povo na TV, ela afirma que “as comunidades carentes descobriram nesse espaço uma forma de transpor a burocracia e chegar às autoridades para pressioná-las por melhorias nos bairros. O programa tornou-se uma praça pública”. É justamente isso que a sociedade precisa e quer – um espaço para chegar perto das autoridades e reivindicar direitos. E esse espaço hoje chama-se internet.

No Brasil vários políticos como senadores, deputados, prefeitos e vereadores já estão usando a ferramenta do momento, o twitter. E apenas um governador, José Serra (PSDB-SP), tem perfil cadastrado. E cadê os nossos representantes? Cadê os representantes capixabas que ainda não aderiram ao movimento? Está mais do que na hora de andar lado a lado com a política nacional. E essa tendência ninguém pode negar.

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